Aqui o escritor Herculano Neto
lendo trechos do seu livro no dia do Lançamento 17 de novembro de 2012
no bar do Nem, Santo Amaro-Ba. Imagens feitas por Ediney Santana.
quinta-feira, 17 de janeiro de 2013
FELIPE RICARTE BARBOSA
Poeta nascido na cidade de Cachoeira, no Recôncavo da Bahia, em 30 de abril de 1988. Atualmente é graduando do curso de história pela Universidade Federal do Recôncavo da Bahia e iniciou sua trajetória na poesia ainda na infância, influenciado pelo seu bisavô Servilio Barbosa da Silva que também era poeta. Suas poesias estão voltadas para a transcendência mental baseadas no existencialismo filosófico experimentando versos voltados à busca do “eu inconsciente”.
terça-feira, 15 de janeiro de 2013
DAMÁRIO DACRUZ
"Borboletas são flores que resolveram ganhar o mundo"
"A poesia é exatamente pra isso : pra nos fazer iguais."
domingo, 13 de janeiro de 2013
LITERATURA NO RECÔNCAVO 2 - O POETA
Jurandir da Cruz Rita, Costa Pinto, Maíra Castanheiro,
Israel Souza, Clarice Lispector.
ORLANDO PINHO
poeta, letrista, atônito personagem urbano.
(em breve publicaremos entrevista inédita com Orlando)
CANOEIRO
Paulo Diniz
Vai canoeiro canoeirar
Leito do rio pra Yemanjá
Leva teu santo teu patuá
Canoeiro a sorte se avista no norte
Canoeiro o vento te arrasta pra lá
Canoeiro vai,
Canoeiro vem
Tem um peito bronze queimado de sol e coberto de fé
dá amor até
a quem lhe negou
Tem um peito bronze queimado de sol e coberto de fé,
canoeiro vai,
canoeiro vem
sexta-feira, 11 de janeiro de 2013
ATUALIZAÇÃO POÉTICA
"Faço do meu canto a neura existencial.
O conteúdo do cotidiano, o
dia-a-dia da vida.
A eletrônica está substituindo o coração.
A
inspiração passou a depender do transistor,
o poeta, de aço, de poesia
programada...
é demais pra meus sentimentos, tá sabendo?"
Baianos e Novos Caetanos.
Poeta de Aço - Eô Xangô
"Em um espaço de ressignificação
histórico-temporal aparece o poeta sci-fi. Reciclado, cíclico, lúdico, o
poeta invade o presente. Da experiência emerge a transformação. POETA DE AÇO é um grupo que possui repertório autoral com influências
da música eletrônica e da cultura popular nordestina, principalmente
das décadas de 60 e 70. Primando pela multiplicidade de referências,
criando um diálogo entre a cultura popular e a cultura digital, a banda
configura uma liberdade nos processos de criação. POETA DE AÇO: Breno Tsokas, Ilari Papá, Glauber Elias, Pedro Patrocínio."
***
Essa é a descrição. Esses são os átomos que compõem a estrtura sonora desse movimento acústico. Aí estão os eletrons orbitando em camadas de sentido que colocam em fluxo a realidade estética de agora. Eis que apresentam-se os artíficies de um sistema ritmico, mélodico e harmônico que articulam a densidade de uma dimensão poética com o universo incomensurável da criação musical contemporânea e suas forças eletrodinâmicas num panorama visualacústico de peculiar sugestão sinestésica.
Espansores e alteração da consciência, libertando a percepção. O remo, a reciclagem do ser e no mocó sombras do passado dissipadas nas frestas do futuro. O folk do nordeste brasileiro em contato com os sintetizadores e tendências da cultura moderna, em especial a música eletrônica nos apresentam um recôncavo oposto, uma textura urbana, o tambor e suas platinelas, a percussão portátil malabarizando a inconstância do tempo. O velho Lula, Chico Science, Novos Baianos, Doces Bárbaros síntese protéica da invenção, a originalidade e sua tradição. A guitarra parabólica sintonizando o mistério das máscaras e riffs que rebentam no horizonte da aurora: a poética do presente.
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